Convenções de código
Não que seja uma coisa do ActionScript, mas me surgiu enquanto programando AS3 na AG2.
Um dia o Tiago Schenkel, programador ActionScript da AG2 Pelotas, me mandou um link de convenções de código e melhores práticas para Flex. Uma documentção da própria Adobe - veja aqui - e disse:
Dani, essa tu vai gostar!
É, realmente gostei. Sempre vi uma penca de padrões quando vivia no universo sistemas, mas Flash na AG2 está no universo interfaces. Fiquei com aquele documento em mente e comecei a me lembrar o quanto a Lú falava que não conseguia entender a organização do código do Fernando e vice-versa. Até que um dia o Mozart me procurou pra falar que precisávamos adotar alguma convenção de código. E de fato ele tinha razão. Eu tinha/tenho meus vícios de código, assim como cada um. Agora vivemos num universo de constante adaptação, mas onde todos devem seguir juntos.
Essa é só mais uma história do mundo real onde a ausência de padronização pode gerar classes confusas e atrasar o trabalho como um todo. Este post é só um pensamento sobre isso. As vezes dá pra se questionar se a tudo não fica burocrático demais. Acho que não! A diferença é que toda uma equipe mantém os mesmos ”vícios” e assim um pode continuar o trabalho do outro sem ficar varrendo uma classe para saber onde foram colocados os getters.
Como é o tipo de documento a ser mantido e atualizado por um grupo de pessoas tende a ficar cada vez melhor. Os hábitos vão sendo adotados gradualmente e com o tempo todos escrevem classes muito mas legíveis. Consequentemente, sistemas muito mais claros.
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- Published:
- 14.03.2009 / 12pm
- Category:
- ActionScript

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